Como investir no tesouro direto? - Marcas e Patentes BH
(31) 3292-7257 (31) 3292-7257 (31) 9 8862 0363
OLa
h555 Tesouro-Direto
IT

Como investir no tesouro direto?

 

Tesouro direto – Aplicar dinheiro em algum tipo de investimento não é algo tão usual para o brasileiro, principalmente entre integrantes da classe média e classe baixa. Na grande maioria das vezes, isso se dá pelo fato de que o público não tem informação o suficiente, tendo a ideia de que esse tipo de ação envolve um alto risco e é possível perder todo o dinheiro.

No entanto, como alguns dos nossos leitores já sabem, isso não o que realmente acontece. Na verdade, há alguns tipos de investimentos e aplicações que possuem um baixíssimo risco, geram um bom rendimento e demanda uma aplicação inicial baixa. Esse é o caso do investimento no Tesouro Direto, que pode ser uma ótima alternativa para você que deseja investir o seu capital, mas não quer correr muitos riscos.

Ainda não conhece como funciona todo o processo? Nesse artigo falaremos mais sobre esse assunto, abordando as principais e mais comuns dúvidas que o circundam. Além disso, daremos várias outras informações interessantes sobre o mundo financeiro e do empreendedorismo. Vem com a gente!

O que é o Tesouro Direto?

Antes mesmo de falar sobre os investimentos que podem acontecer juntamente ao Tesouro Direto, é necessário saber o que ele, de fato, é. De forma bastante resumida, o Tesouro Direto é um programa do governo federal de investimentos para o cidadão, o qual é feito em uma parceria com o BM & FBovespa.

O programa foi criado com duas finalidades essenciais: possibilitar o cidadão médio de fazer um investimento seguro e com um bom rendimento e ajudar o governo federal no pagamento de dívidas e outros projetos. Dessa forma, é como se o cidadão emprestasse dinheiro para o governo e, em troca, ganhasse títulos da dívida federal. Com o tempo, esse dinheiro irá render, tendo em vista que existe uma taxa de juros anuais.

O indivíduo que decidir por fazer esse investimento deve saber que existem duas formas diferentes de títulos. São elas:

  • Títulos Prefixados: Esse tipo de título é caracterizado quando o rendimento será definido apenas por uma taxa de juros por ano, a qual será definida de maneira prévia. Como esperado, esse tipo de investimento não possui riscos para o cidadão, uma vez que o dinheiro irá render exatamente a taxa já estabelecida;
  • Títulos Pós-fixados: Esse tipo de título é caracterizado quando o rendimento será definido por uma taxa de juros ao ano – que também será pré-estabelecida, como no último caso. No entanto, nesse caso, o rendimento irá se somar com a variação de dois indexadores diferentes, conhecidos como IPCA ou Selic;

IPCA e Selic: como interferem no Tesouro Direto?

É bem provável que, caso você não saiba o que é o Tesouro Direto, ou saiba, mas não tem afinidade com o assunto, desconhece o significado dos termos IPCA e Selic. No entanto, esses dois conceitos podem ser de vital importância para o entendimento do processo como um todo. Por esse motivo, iremos agora explicar o que cada um deles representa:

  • Taxa Selic: A taxa Selic é uma porcentagem relacionada à economia, sendo a variação básica desse segmento no estado brasileiro. Possui uma variação diária, uma vez que é uma média baseada nos financiamentos diários, os quais são aprados no Sistema Especial de Liquidação e de custódia (Selic). O Selic pode influenciar na inflação, domando-a, e também na economia, como uma forma de impulsionar;
  • IPCA: IPCA, como muitos de vocês já perceberam, é uma sigla. Esta, por sua vez, serve para designar o índice de preços ao consumidor amplo. Basicamente, esse tipo de variação é para indicar qual é a inflação do nosso país. Ele tem vital importância para todos os investimentos em títulos, uma vez que uma aplicação só se tornará realmente rentável caso os seus números superem o do IPCA;

Agora que você já sabe o que cada um desses termos representa para a economia brasileira, mesmo que de uma forma básica, a explicação de como elas influenciam em um investimento se torna muito mais fácil.

Como falamos no tópico anterior, existem dois tipos de aplicações possíveis para o cidadão que desejar investir no Tesouro Direto. Como você estará, basicamente, emprestando dinheiro para o governo, você precisará receber uma recompensa por isso, como um banco recebe quando empresta dinheiro a alguém.

Dessa forma, nesse primeiro caso, o seu dinheiro irá render exatamente o que foi fixado no início do processo. Vamos supor que o juros anual fixado foi de 10% ao ano e você investiu um valor de R$ 10.000,00. Ao final de um ano, você terá, em títulos de dívidas do governo, um valor de R$ 11.000,00. Uma boa, não é mesmo?

Já no segundo caso, você não saberá qual o valor que vai receber exatamente, e sim apenas uma parte dele. Geralmente, quando se trata desse tipo de processo, há uma taxa de juros anual fixado – na grande maioria das vezes menor do que a taxa no primeiro caso – que é somada a uma taxa que diz respeito à economia brasileira.

Sendo assim, você não saberá quanto exatamente o seu dinheiro irá render com o tempo, tendo em vista que isso dependerá bastante da economia do nosso país na época. No entanto, em qualquer uma das alternativas você terá a certeza que sairá ganhando.

– Investimento em IPCA:

O IPCA é, de forma básica, a taxa de inflação ao longo do tempo. Como já falado anteriormente, um investimento só se torna realmente rentável no momento que ele supera a inflação, dando um sinal de que o poder de compra daquela pessoa está aumentado de acordo com o tempo.

Além disso, sempre que você entra nesse tipo de aplicação, você já tem uma quantia garantida, além da variação do IPCA. Por exemplo, você pode entrar em um processo onde o seu dinheiro irá render o valor de IPCA mais um juros de 5 por cento ao ano.

Sendo assim, mesmo que a porcentagem do IPCA abaixe, você estará ganhando, tendo em vista que o seu poder de compra está se mantendo o mesmo se contarmos só a inflação – já que segue a variação do IPCA –, mas está aumentando, pois você sempre garante um rendimento a mais.

– Investimento na Taxa Selic:

O caso do investimento na Taxa Selic é bem parecido com a do tópico anterior, uma vez que também é garantido que o investidor terá um retorno maior do que o investimento. Nesse caso, a porcentagem de juros anuais é um pouco mais baixa, visto que na maioria das vezes essa taxa possui um percentual consideravelmente maior ao longo do ano.

Como a Taxa Selic funciona como um medidor da economia, uma vez que é calculada através da média das movimentações bancárias que ocorrem no dia a dia, a variação dessa porcentagem será de acordo com a situação atual do mercado econômico do nosso país.

Sendo assim, caso for optar por essa alternativa, o mais indicado é que, de maneira anterior, faça uma análise de como está atualmente e como estão as previsões do mercado econômico para os próximos meses.

O Tesouro Direto e as datas de vencimento

A partir do momento que você já se decidiu quanto ao tipo de aplicação que você quer fazer – pré-fixada ou pós-fixada (Selic ou IPCA) –, é necessário fazer a escolha de qual será a data de vencimento do seu título.

Já falamos isso algumas vezes no texto, mas apenas para contextualizar, esse processo é como um empréstimo que se faz para o governo. E, como qualquer empréstimo, ele tem um prazo para ser pago. Existem aplicações com os mais variados prazos de vencimentos, podendo durar desde apenas um ano ou até mesmo décadas. A escolha desse aspecto irá depender de qual a sua necessidade com aquele dinheiro.

No entanto, é preciso estar ciente de uma coisa: existe uma liquidez muito grande quando o assunto é investimento no Tesouro Direto. Para quem não sabe o que isso significa, basicamente estamos dizendo que o seu título pode ser pago a qualquer momento pelo governo federal.

Dessa forma, mesmo que você tenha adquirido uma aplicação com a data de vencimento para daqui 15 anos, o governo federal pode decidir em comprar esse título da dívida daqui dois anos, por exemplo. Quando isso acontecer, o dinheiro investido mais o rendimento será depositado em sua conta no banco ou para a sua corretora já no outro dia, o que é chamado pelos economistas e corretores de D+1.

Existe um valor mínimo para investir no Tesouro Direto?

Essa é uma dúvida bastante comum da maioria das pessoas que não conhecem esse investimento, mas se interessam em passar pelo processo. Isso se dá pelo fato de que, na grande maioria das vezes, o maior motivo para o não investimento em aplicações são os grandes valores mínimos para começar.

No entanto, isso não acontece com o Tesouro Direto. Apesar de ser necessário um valor mínimo para começar a investir, este é muito baixo se comparado a qualquer outro tipo de processo. Para exemplificar, o valor mínimo para investir no Tesouro Direto nos dias de hoje é de aproximadamente R$ 30,00.

Esse valor mínimo não é fixado e pode variar de acordo com o tempo. A sua variação se dá de acordo com os títulos de dívidas disponíveis, sendo que o mínimo que você pode adquirir é de 0,01 de um título.

Como faço para investir no Tesouro Direto?

É bem provável que, a esse ponto do texto, muitas pessoas tenham se interessado em investir no Tesouro Direto. Por esse motivo, falaremos agora o que você terá de fazer para começar esse tipo de aplicação.

Antes de qualquer coisa, será necessário que você tenha uma conta em um banco de investimentos ou em uma corretora. Esse passo é um dos mais importantes de todo o processo, pois é necessário ter vínculo com uma instituição financeira de confiança, que tenha solidez e já tenha se estabelecido nesse tipo de mercado. Além disso, é interessante levar em conta as taxas cobradas pelo estabelecimento quando o assunto é a administração do investimento em si.

Depois de feito, você já estará apto para fazer o investimento no Tesouro Direto. Nesse momento, você poderá optar por uma das duas opções: conduzir todo o processo de maneira individual, entrando com o pedido e fazendo o seu acompanhamento; ou optar por deixar o seu banco de investimento o sua corretora fazer todo o processo por você.

No entanto, nesse último caso é altamente recomendado que você tenha garantias de que aquele estabelecimento é confiável. Além disso, em alguns casos as taxas podem ser muito altas, o que acaba fazendo com que o investimento não valha a pena.

É importante dizer que todo esse artigo foi apenas uma forma de introduzir o assunto, e a melhor opção para o seu investimento deve ser pensado com muito cuidado. Ter um profissional especializado nessa área ao seu lado, que lhe dirá o que fazer – mesmo que esse não seja do seu banco – é o caminho ideal para as suas aplicações.

O investimento e o empreendedorismo

Como vimos em todo o corpo do texto, você pode conseguir valorizar o seu dinheiro de uma maneira bastante fácil e segura. No entanto, para aquelas pessoas que desejam realmente multiplicar o seu investimento, as aplicações no Tesouro Direto podem ser apenas uma porta de entrada.

Nesses casos, a melhor alternativa para você pode ser o começo de um negócio próprio, onde o sucesso, apesar de custoso, pode ser altamente gratificante. Com uma boa ideia e um espírito empreendedor você pode começar um negócio e acabar se tornando uma referência naquele ramo de atuação, tendo, além de um retorno financeiro maior, um prestígio social grande.

Para aqueles que optarem por esse caminho, uma das formas de fazer a sua marca crescer e se estabelecer como uma das mais fortes no mercado é o registro de marca. O registro é um processo onde o dono de uma empresa consegue ganhar a exclusividade de nome e identidade visual em todo o território nacional.

Se você quer saber mais sobre como ele funciona e como pode ajudar a sua empresa, clique aqui, ou ligue para a Lancaster.

A Lancaster Marcas & Patentes é uma empresa com mais de 60 anos de atuação nesse mercado, sendo uma das pioneiras em Minas Gerais. Ao longo de todas essas décadas, a empresa construiu uma imagem de confiabilidade com o seu cliente! Ligue e confira os preços e condições incríveis para você e para o seu negócio!

Leave a comment