A Relação dos Consumidores com as Marcas - Marcas e Patentes BH
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A Relação dos Consumidores com as Marcas

O relacionamento dos consumidores com as marcas não é tão diferente do relacionamento com outras pessoas. Com algumas marcas você realmente se preocupa, já outras estão em sua vida porque você precisa delas.

Existem dois tipos de Relacionamento, sendo o “Relacionamento Consumidor” e o “Relacionamento Comunitário”. No primeiro caso, as pessoas se relacionam com a marca baseando-se principalmente em fatores econômicos. O Walmart, por exemplo, atrai seus clientes com base no preço baixo. Já no que os pesquisadores chamam de “Relacionamento Comunitário”, os consumidores se relacionam com a marca com base em cuidados, confiança e parceria. Um bom exemplo de Relacionamento Comunitário é o da Apple com seus consumidores, pois apesar da empresa possuir os preços mais altos, ela domina o mercado e possui clientes fiéis, que na maioria dos casos jamais teriam um Android ou Microsoft, mesmo pagando infinitamente mais barato.

Para os profissionais de Marketing, entender a diferença entre os dois tipos de relacionamento é essencial para lidar com os clientes. Os empresários que percebem isso, estarão mais bem posicionados para manter clientes e melhorar as percepções dos consumidores que não estão satisfeitos com o serviço ou o produto de uma marca. A reação dos consumidores às experiências com a marca, tanto positivas como negativas, dependem, em primeiro lugar, da relação estabelecida.

Há três décadas, até 95% do valor de uma empresa consistia em ativos tangíveis, ou seja, que podem ser tocados, como os produtos vendidos. Hoje, 75% do valor das empresas é intangível. Em outras palavras, os bens mais valiosos de uma empresa são o seu nome, sua marca e sua reputação. Em uma recente pesquisa divulgada pelo World Economic Forum, em parceria com a empresa de relações públicas Fleishman-Hillard, três quintos dos executivos das empresas disseram acreditar que a marca corporativa e a reputação representavam mais de 40% da capitalização de mercado.

O valor atribuído a uma marca tem quatro elementos básicos: expectativas, percepções, relações comerciais e ativos exclusivos da Propriedade Intelectual. O aprimoramento da qualidade de cada uma dessas áreas eleva o valor monetário da organização. Por exemplo, uma empresa que tem a marca atribuída a uma reputação de qualidade e segurança, pode cobrar mais pelo mesmo produto e/ou serviço do que seus concorrentes, pois os clientes valorizam a experiência positiva que lhes é oferecida. Empresas com marcas fortes também podem atrair os melhores funcionários. Um estudo recente sugere que 80% dos funcionários com idade entre 18 e 30 anos deixarão uma empresa se acreditarem que tem uma marca fraca ou nenhuma associação com a Ética.

Nos dias de hoje, com o mercado muito competitivo e inovador, é importante atribuir o máximo de valor possível à sua marca. Atribuir valor a marca significa protegê-la contra plágios e concorrentes desleais. Mas como fazer isso? É muito simples! Basta registrar sua marca junto ao INPI, e tudo que se associe a ela, como o logotipo, o nome e o domínio. Registrando você garante que ninguém terá o direito de plagiar o que você trabalhou para construir. Uma marca não registrada está vulnerável, portanto pode ser plagiada a qualquer momento e, como você não tem o direito registrado sobre ela, também não pode prestar queixas contra o plágio.

Depois que seus esforços forem recompensados e um valor alto for atribuído a sua marca, se ela não estiver registrada, qualquer pessoa física ou jurídica pode fazer o registro em seu lugar. Você pode não só perderá a exclusividade, mas também o direito de usar sua marca, podendo ser sendo obrigado a encerrar todas as atividades que tenham ligação com o antigo nome, que pertencerá à outra pessoa.

 

Se você tiver uma marca que ainda não possui registro, entre agora em contato com a Lancaster Marcas e Patentes e registre já!

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